O sentido "utilitarista" reflecte-se na discussão à volta da Eutanásia

Em Portugal não houve debate
ou, Houve um mau debate e desinformado,
há dias um jornalista inteligente do Jornal Público defendia um referendo, para legitimar a "causa" Até porque é uma "causa" que não se pode banalizar e cuja importância deve ser bem "medida" antes de qualquer contrasenso apressado de "legalizar a eutanásia em Portugal"
Os projectos não foram aprovados na assembleia da repúblico,
em que uns mais moralistas reformulam-se em que tipo de teorias ou crenças, que atentam contra a consciência de cada um ... "numa sociedade utilitária!" em que rotulam e criam expectativas no indivíduo como ser bio psico social.... Evolutivo "sistema" e qualquer todos os sistemas quando "organizados" (e a informação é a base para a eficácia e eficiência de qualquer sistema; !"adaptativo" o Homem é um ser Que progride e evolui porque Pensa e Sente "ao mundo"... Em, Para uma Sociologia da Cultura, António Teixeira Fernandes recorre-se de autores portugueses para "enquadrar" a eutanásia em três capítulos_ Modernidade e Eutanásia; A eutanásia como fenómeno social, A relação vida e Morte e eutanásia
passo a citar com os devidos parêntesis




111 "aqui nasce o questionamento e a procura de horizontes p/ além de todos os limites.
O presente é a vivência do Ser que se interroga e se sente vivendo. Para além do Presente existe apenas o Imaginário, p/ onde o presente se alonga, e onde trabalha também a metafísica essa "Interrogação suspensa que nos Supranatureza Humana que se manifesta pelo Pensamento. A semente é o Sentir "tudo e de todas as maneiras" (Fernando Pessoa). Já José António Alves, em curta entrevista sobre o livro da sua autoria "Limites da consciência o meio segundo de atraso Ou A Ilusão da Liberdade" o manifestante, a manifestação diz que "Só o Presente parece existir". Uma concepção da neurociência, em que Intelecto é Alma com toda a naturalidade "Ao concreto da realidade contrapõe o Imaginário (não é proibido "ficcionar e encontrar "sentidos" "alternativos)

     "O homem é ilimitado na sua procura porque há no Homem o insondável da sua interrogação, mas limita tudo o que encontra pois também existe nele um dom "perverso" de banalização. O impossível, para Vergílo Ferreira, "parece ser a medida do Homem e a sua vocação., Pensar". Na obra de Vergílio Ferreira, o Homem está sempre além de si. Se é excessivo o mundo mais excessivo é o Ser Humano. O nosso Infinito e a nossa eternidade encontram-se no excesso de nós, in Invocação ao meu Corpo. Este excesso é revelador do significado do Homem e do sentido do seu Universo. Nele radicam a recusa de toda a limitação e o gosto do Sonho e da Aventura..
Nos finais do século XIX, a questão da morte de deus aparece associada ao progresso e à Liberdade das pessoas e dos povos. Mais recentemente está ligada à busca do sentido da existência, num mundo que perde os seus referenciais.
   É nessa última perspectiva, que o problema é assumido por Vergílio Ferreira e é desenvolvido a nível do Imaginário Colectivo. Embora confessadamente, "materialista". Foge à absurdidade e ao nada da condição Humana que o lançariam num "desespero" _ Converte a Humanidade em divindade, resolvendo a antinomia de forma  "negar Deus e sê-lo" "Se deus não existe. Eu sou Deus porque sentir que deus não existe e não sentir de repente a nossa personalidade, transformada em Deus é um absurdo". Em face da necessidade de imensidade e de Infinito. Com a morte de Deus O Homem É divinizado à imagem de um deus panteísta. Abertura da inteligência e da sensibilidade ao Infinito. A vida e o Homem transfiguram-se em divindade, in A relação Vida e Morte e Eutanásia, pp. 168. "Com a morte de Deus opera.se a total realização do Homem,  porque pela morte de Deus é que nasceu o Homem como Ser divinizado, como o seu verdadeiro Deus. A explicação deste fenómeno encontra-se numa nova concepção de Humanismo. O Homem cresceu até ao excesso de si e Deus não cabe neste excesso", pp. 168

(..)*Deus gastou-se no Homem não cabendo na Harmonia de que ele é. Na verdade, o retorno ao sagrado deve ter que ver com  a recuperação da sacralidade do homem, da vida, da palavra, do mundo. A sacralidade está no que suspeitamos de mistério das coisas, a força original de tudo o que espera o nosso olhar limpo, a n/ atenção humilde, a divindade que está em nós "interior" É neste sagrado que encontra o Homem o excesso de si" O verdadeiro Humanismo é a valorização do Ser Humano que nasce da morte de Deus,  a sua plena realização no excesso de si e na total Harmonia com a existência (SERES CONSCIENTES).  O que define o Humanismo é o devir permanente do Homem e a sua absoluta presença a si mesmo". Em qualquer batalha a entrega deve ser total, "sequencial" de átomos ou instantes (Presença no presente entrega total, "Definição*_Contra-rotação.
Entidades!
tudo ao redor é sagrado!
Divindades
Deity'
** "no mistério da vida se inscreve a abertura ao Imaginário, onde se encontram e se buscam ... parcelas/fragmentos de ... "eternidade". C/ esta constante procura e com o questionamento da realidade e a extrema valorização do Humanismo, elevado à  à sublimidade de divindade, o Homem fica reduzido ao que é ou seja, real e ao que inventa e reinvinta (Um arquitecto. Um criador. Que partilha Conhecimento através das emoções?) , transformado em "ser só abertura para amanhã" Não existem para ele outras lonjuras que não sejam a da resposta com absoluta liberdade ao desafio do fantástico que nos habita. A elegia ao Sentimento.

*Pensamento e Liberdade

"O homem torna-se uma invenção sua em busca do impossível e a sua existência prolonga-se nesse mesmo impossível" dedicado a Biggie Pac en *Proof ... Ele é redescoberto na plenitude do seu sentimento e do seu Pensamento. No Imaginário se encontra a solução possível para o impossível criado o portal (..) por um lado sente-se que "dentro de nós somos o próprio corpo e a imortalidade de um eu estende-se até aí "É um mundo limitado, sem limitação pela força do sonho" pp171
O homem e o seu mundo aparecem como uma reinvenção Por um lado "o que é grande acontece na eternidade "só é eterno o impossível" in Em Nome da Terra "a ressureicção dos mortos é isso. O triunfo da eternidade que está no nosso corpo pp262 O carácter absoluto da pessoa e a sua eternidade esbarrram com uma curta imortalidade, concebida como algo que é sobra do "contingente"

     Vergílio Ferreira "Desacredita da religião e , por isso, desacredita de Deus, mas afirma o sagrado pela necessidade do maravilhoso, e do sublime encontrando-os na Arte. Esta aparece como a grande defesa do Homem, o grito indestrutível contra todos os terrores e, nessa medida, dispensa a religião
....* filhas da criação e redescobre a face do sagrado essa que a própria religião já não conhece. Se a divindade do Homem, é o excesso de si, A arte promove a abertura ao excesso Portal2. espelho.1 "Ela fala a voz do sagrado porque fala... A voz divina do Homem" (..) mediante a criação artística se realiza no Homem o sonho de divinização" in Aparição, pp.136; Carta ao Futuro, pp.75, 81 Através dela o homem se evade e encontra o excesso de ser, cumprindo.-se a vida sem traições às nossas "convicções" de Seres inteligentes e "progressivos" Os intelectuais tendem a substituir Deus e a religião por um Absoluto, quer ele seja a Arte ou a Razão. "não existe Absoluto para além do Absoluto que cada um é. É o absoluto divino que vive em nós
,..... "A vida inventa-se e esgota-se a cada instante nessa invenção. Pelo Imaginário, o Homem "ser de possíveis" amplia os seus horizontes sempre que transforma "limites" em
"LIMIAR" pela "Criatividade"
transcender a realidade
Natureza. Memória E Imaginação
a memória é o mais alto ponto fisiológico**
natureza de Espirais
Tudo a Amar Terra Água e Mar
"Fogo"
o controlo desde o nascimento do Ar
._O Que é o Beijo?
"subliminar"
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