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"o controlo de quantidade faz surgir nas sociedades industriais, a força das Ideologias. Com a procura da "qualidade", própria das sociedades pós-industriais, aparece a Utopia. O investimento da qualidade aparece ligado à Libertação e Liberdade Humanas. Desenvolve-se, por isso, em meios potenciadores de novos sentidos para a vida. Símbolos identificadores e mobilizadores alimentam a sua força de acção, com a abertura utópica a outros mundos"
Max Horkheimer
"O Crescimento da universalidade formal da razão burguesa não significa que cresça a consciência da solidariedade universal" Éclipse de La raison, 1974, Paris
"Uma das utopias militantes que se encontram no mundo laboral actualmente consiste na produção de novos ligames sociais. A Utopia aparece sob a forma de recusa de reduzir tudo a mercadoria, como o pretende o desenvolvimento capitalista. Repensando a actividade e as relações laborais, pretende-se devolver-lhe a sua capacidade criadora. As exigências do mercado não podem ser satisfeitas à custa da alienação no trabalho. Um projecto emancipador no mundo produtivo faz restituir ao operário a força da sua inteligência e o seu papel de actor."
caminha-se rumo à Perfeição do colectivo,
"Utopias militantes"
"o controlo de quantidade faz surgir nas sociedades industriais, a força das Ideologias. Com a procura da "qualidade", própria das sociedades pós-industriais, aparece a Utopia. O investimento da qualidade aparece ligado à Libertação e Liberdade Humanas. Desenvolve-se, por isso, em meios potenciadores de novos sentidos para a vida. Símbolos identificadores e mobilizadores alimentam a sua força de acção, com a abertura utópica a outros mundos"
Max Horkheimer
"O Crescimento da universalidade formal da razão burguesa não significa que cresça a consciência da solidariedade universal" Éclipse de La raison, 1974, Paris
"Uma das utopias militantes que se encontram no mundo laboral actualmente consiste na produção de novos ligames sociais. A Utopia aparece sob a forma de recusa de reduzir tudo a mercadoria, como o pretende o desenvolvimento capitalista. Repensando a actividade e as relações laborais, pretende-se devolver-lhe a sua capacidade criadora. As exigências do mercado não podem ser satisfeitas à custa da alienação no trabalho. Um projecto emancipador no mundo produtivo faz restituir ao operário a força da sua inteligência e o seu papel de actor."
caminha-se rumo à Perfeição do colectivo,
"Utopias militantes"



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